Pesquisas de comportamento de consumo no Brasil mostram que o perfume é o presente mais dado no Dia das Mães. E o que mães mais dizem, quando perguntadas o que realmente as emocionou num presente, raramente envolve perfume.
O que fica na memória é o cartão escrito à mão pela criança. A foto impressa que ficou na geladeira por anos. A vez que o filho de seis anos cozinhou ovos mexidos com a ajuda do pai e serviu no café da manhã.
O presente que emociona de verdade tem uma coisa em comum: alguém pensou nessa mãe especificamente.
O que mães realmente querem ganhar
Quando mães descrevem presentes que as emocionaram, elas não falam de produto. Falam de intenção.
“Eu sabia que ele tinha pensado em mim.” “Ela lembrou de um detalhe que eu nunca imaginei que ela teria notado.” “Foi feito para mim, não era uma coisa que qualquer pessoa poderia ter dado.”
Presentes que criam esse efeito têm uma característica em comum: são impossíveis de dar para outra pessoa sem que percam o sentido. Um perfume pode ir para qualquer pessoa. Um livro onde o personagem é o filho dela, com a dedicatória dele, com a aventura que eles vivem juntos, é dela.
Artesanal vs. personalizado
Presente artesanal e presente personalizado não são a mesma coisa.
Artesanal tem valor de esforço. A caneca pintada à mão, o porta-retrato de mosaico, o colar feito com miçangas. Quem recebe sabe que alguém passou tempo fazendo aquilo. Isso tem peso.
Personalizado tem valor de unicidade. Não existe outro igual no mundo. Foi feito a partir de informações específicas sobre aquela pessoa, aquela relação, aquele momento.
Quando os dois se combinam, o resultado é diferente. O filho contribui com os detalhes (o que a mãe ama, como eles brincam juntos, o que a torna especial), a plataforma transforma isso num livro ilustrado com personagens que têm as características da mãe e do filho. O livro tem qualidade de edição, mas a história veio deles.
Como envolver os filhos na criação
Antes de criar o livro, vale sentar com a criança e fazer algumas perguntas:
- “O que a mamãe gosta de fazer com você?”
- “Qual é a brincadeira favorita de vocês dois juntos?”
- “Como você descreveria a mamãe para alguém que nunca a viu?”
- “O que a mamãe faz que você acha que ninguém mais no mundo faz igual?”
As respostas de crianças entre quatro e oito anos a essas perguntas costumam ser específicas e inesperadas. “A mamãe faz barulho engraçado com a boca quando está feliz.” “A mamãe sabe o nome de todos os pássaros.” Esses detalhes entram na história.
O personagem que representa a mãe fica reconhecível por essas particularidades, não por características genéricas.
Quando o livro é sobre ela
Uma variação interessante: o livro não precisa ter a criança como protagonista.
A mãe pode ser a heroína da história. A criança aparece como companheira de aventura. “A história de como minha mãe salvou o dia” narrada pelo filho tem um impacto diferente. A mãe que abre esse livro e lê sobre si mesma pelos olhos do filho está lendo algo que nenhuma loja poderia vender.
O campo de dedicatória é onde a criança escreve (ou dita para o pai escrever) o que quer dizer. Uma frase simples de uma criança de cinco anos diz mais do que qualquer texto de cartão comprado pronto.
Prazo e entrega
O PDF do livro fica pronto no mesmo dia da criação. Para quem quer entregar um livro impresso, uma gráfica simples imprime em dois a três dias úteis.
Quem percebe tarde que o Dia das Mães é no domingo tem a opção de presentear com o livro em formato digital, abrir juntos no tablet, e entregar a versão impressa na semana seguinte como uma comemoração mais longa da data.
Pronto para criar o presente do Dia das Mães? Comece agora.
